Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de Setembro, 2011

Emissão Nº 3-Três às Sextas

Ingrid Michaelson

Link da imagem

Ingrid Michaelson é uma cantora com um cartaz de estilos que vão do Folk ao Pop. Gosta de cozinhar mas vive para a musica e nela demonstra uma grande versatilidade. Ritmos "catchy" que falam, invariavelmente, das típicas relações... Não é por isso que a musica de Ingrid é menos boa e não deixa de merecer um lugar neste programa.
Por Thomas Anahory 

Musicas: Sort Of - do àlbum "Everybody" ;  Parachute - Single You and I - do àlbum "Be OK"

Blood Red Shoes na Dança do Som

Link da imagem 

Dão-se pelo nome de Blood Red Shoes. São apenas dois. Novinhos e humildes. Mas bons. Muito bons.
Por Ana Luísa Silva Originalmente publicado a 29 de Outubro de 2010 
Corria o ano de 2004 quando Laura Mary-Carter (uma morena menineira e super indie) que ansiava ter nascido espanhola e Steven Ansell (um loiraço com ar de menino ingénuo), o eterno sonhador, davam início à banda que já passou pelo nosso país mais do que uma vez.
Detentores de uma energia fantástica e de uma presença em palco que inveja muitos veteranos, os Blood Red Shoes não tinham nem noção que teriam toda esta fama e sucesso passados uns anos.
Quando tudo começou nem um nem o outro se conheciam tão bem assim para darem início a um projecto que exige confiança e cumplicidade. Mas segundo Laura Mary-Carter “existia uma química no ar que se tornou positiva e permitiu que tudo se unisse e desse certo”.
No dia em que a primeira canção foi escrita (ainda sem a melodia), alguém lhes pediu para a tocarem…

À conversa com...

We Trust
Melancolia intimista camuflada por melodias pop de várias cores”


André Tentugal, jovem realizador português de créditos firmados, músico, apaixonado por fotografia, decidiu ir buscar à gaveta algumas das canções que foi escrevendo (durante as pausas na realização) ao longo dos últimos anos. A voz de "Time (better not stop)” aceitou o desafio do Som à Letra para uma conversa. Resultado? Uma paixão assumida pelo trabalho. E o sucesso do projecto não engana.
Por António Jorge

-André, como e quando nasce a decisão do álbum de estreia? A decisão nasce há cerca de ano e meio a partir de uma proposta dos estúdios Meifumado para gravar lá uma série de temas que eu escrevi ao longo dos últimos anos. Essas músicas acabaram por formar um álbum de seu nome These New Countries.

-Como homem de várias praias, vídeo, cinema, fotografia, música, entre outras, há com certeza águas em que te sentes mais seguro e até confiante? Hmm, essa pergunta é boa, acho que não há áreas em que me sinta ma…

Efeméride

 Link da imagem
Miles Davis 
(26 de Maio de 1926 ; 28 de Setembro de 1991)
O génio do jazz deixou-nos há 20 anos.

Ralph Waldo Emerson em Dá que pensar...

Link da imagem


Tudo Está ao Nosso Alcance
A vida traz a cada um a sua tarefa e, seja qual for a ocupação escolhida, álgebra, pintura, arquitectura, poesia, comércio, política — todas estão ao nosso alcance, até mesmo na realização de miraculosos triunfos, tudo na dependência da selecção daquilo para que temos aptidão: comece pelo começo, prossiga na ordem certa, passo a passo. É tão fácil retorcer âncoras de ferro e talhar canhões como entrelaçar palha, tão fácil ferver granito como ferver água, se você fizer tudo na ordem correcta. Onde quer que haja insucesso é porque houve titubeio, houve alguma superstição sobre a sorte, algum passo omitido, que a natureza jamais perdoa. Condições felizes de vida podem ser obtidas nos mesmos termos. A atracção que elas suscitam é a promessa de que estão ao nosso alcance. As nossas preces são profetas. É preciso fidelidade; é preciso adesão firme. Quão respeitável é a vida que se aferra aos seus objectivos! As aspirações juvenis são co…

The Cars no Som ao Vivo

Fiodor Dostoievski em Dá que pensar...

Link da imagem 




O Riso é o Melhor Indicador da Alma




Acho que, na maioria dos casos, quando uma pessoa se ri torna-se nojento olharmos para ela. Manifesta-se no riso das pessoas, na maioria das vezes, qualquer coisa de grosseiro que humilha a quem ri, embora essa pessoa quase nunca saiba que efeito o seu riso provoca. Tal como não sabe (ninguém sabe, aliás) a cara que faz quando dorme. Há quem mantenha no sono uma cara inteligente, mas outros há que, embora inteligentes, fazem uma cara tão estúpida a dormir que se torna ridícula. 
Não sei por que tal acontece, apenas quero salientar que a pessoa que ri, tal como a pessoa que dorme, não sabe a cara que faz. De uma maneira geral, há muitíssimas pessoas que não sabem rir. Aliás, isso não é coisa que se aprenda: é um dom, não se pode aperfeiçoar o riso. A não ser que nos reeduquemos interiormente, que nos desenvolvamos para melhor e que superemos os maus instintos do nosso carácter: então também o riso poderá possivelmente mudar para melhor. …

Pearl Jam

20 anos 




Em ano de comemoração dos 20 anos sobre a edição de “Ten”, revisitamos o passado da banda de Seattle, viajando até ao início da década de 90. Estávamos na época do “grunge”, das letras repletas de angústia e de sarcasmo, e do look desleixado que se tornou moda em muitos liceus. As camisas de flanela e os cabelos compridos marcavam uma geração, a minha geração. Acompanharam-nos durante a adolescência, e volvidos vinte anos continuam a “dar-nos música”, mais calmos, mais maduros, mas com o rock como pano de fundo. 
Por Carmen Gonçalves


Formaram-se em 1990 e um ano mais tarde, a 27 de Agosto de 1991, lançaram “Ten”, o primeiro registo da banda. Para muitos é um dos melhores álbuns de sempre, e sem dúvida é um dos melhores exemplos de música “grunge”. “Even Flow”, “Jeremy” e “Alive” foram os singles retirados do disco, porém, mais tarde, “Black” alcançou um estrondoso sucesso, tornando-se numa música de culto para muitos fãs.



Poucos dias antes do álbum chegar às lojas, os Pearl Jam, …

Pearl Jam no Vídeo do Mês

Link da imagem 



No ano em que os Pearl Jam comemoram o seu vigésimo aniversário com o lançamento do documentário “Pearl Jam Twenty” e da respectiva banda sonora, a rubrica “Vídeo do Mês” vem recordar o tema Jeremy, extraído do álbum debutante “Ten”. Confira.
Por Patrícia Rodrigues
“Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.” Génesis 3:6


Jeremy, tal como a estória do jovem Jeremy Wade Delle que serviu de inspiração à canção e ao vídeo, é inquietante e perturbador e o seu objectivo é abalar as consciências adormecidas. Jeremy é este menino, que todos temos um pouco dentro de nós, que tenta sobreviver a todo o custo a um mundo adormecido, estático, rígido, onde sobra pouco lugar para a diversidade e para a criatividade. Alguns de nós ainda conseguimos manter vivos os nossos sonhos de liberdade, de sermos reis em cumes de montanhas erguendo mã…

The Undertones no Vídeo da Semana

Kurt Cobain na Foto da Semana

Link da imagem


Foto: Jesse Frohman 

José Niza (compositor, médico e político)

Link da imagem

1938-2011

Um grande clássico da autoria de José Niza, pela voz de Paulo de Carvalho:




Emissão nº 2 Três às Sextas

Link da imagem

The Head and The Heart 




Têm pouco tempo de existência e já andam a causar boa impressão. Com o seu estilo muito próprio os The head and the heart falam-nos ao coração e até o seu nome nos mete a pensar na eterna dualidade conflituosa da lógica da razão com a emoção do coração.
Por Thomas Anahory 


Musicas : Cats and Dogs; Coeur d'Alene ; Honey Come Home  Voz da dobragem: Paulo Rocha

Projecto a solo de Chris Taylor (Grizzly Bear) com nova música e vídeo

Link da imagem 
 Por WTMO         Peça original: http://wtmo.fm/2011/09/cant-nova-musica-album-e-video/


CANT é o nome do novo projecto de Chris Taylor dos Grizzly Bear. O álbum de estreia, “Dreams Come True” foi lançado dia 13 deste mês e pode ser ouvido em streaming aqui:

CANT - Dreams Come True by Transdreamer Records


Entretanto, surgiu já uma nova faixa, “Be Around”, fruto de uma colaboração com os Twin Shadow, cujo álbum “Forget” foi produzido por Chris Taylor:

CANT ft Twin Shadow - Be Around (Rough Cutz) by 1FTP

Além desta nova música, foi também divulgado um vídeo que acompanha “She Found A Way Out”:

CANT - She Found A Way Out (Music Video) from n a u t i c o on Vimeo.

Espaço "The Indies"

Sex Pistols 


Link da imagem


Sobre a música indie...

Recentemente escrevi algumas notas sobre a música indie na página do facebook que dá nome a este espaço. Fi-lo no sentido de procurar esclarecer alguma confusão que o uso do termo possa suscitar, já que ao longo da última década o mesmo tem sido cada vez mais utilizado em detrimento de alternativo. Não que este último tenha entrado em desuso, mas o que se tem verificado é que indie, de facto, está cada vez mais generalizado.

Por Bruno Vieira


Ainda há pouco tempo reparei num funcionário de uma conhecida loja de música ao ser abordado por um cliente, no sentido de saber se determinado álbum era, ou não, indie. Apercebi-me que o cliente estava pouco à vontade com o termo, daí ter questionado o funcionário da loja. Este facto levou-me a  reflectir sobre o assunto, sendo a presente crónica uma forma sucinta de abordar esta questão.

Por vezes também ouço falar de indie como um estilo musical essencialmente conotado com a música alternativa da úl…

Jornal Som à Letra

Confira mais uma edição do Jornal Som à Letra:


http://www.scoop.it/t/som-a-letra

REM

 1982-2011

Friedrich Nietzsche em Dá que pensar...

Link da imagem
Aprender a Ver
Aprender a ver - habituar os olhos à calma, à paciência, ao deixar-que-as-coisas-se-aproximem-de-nós; aprender a adiar o juízo, a rodear e a abarcar o caso particular a partir de todos os lados. Este é o primeiro ensino preliminar para o espírito: nãoreagir imediatamente a um estímulo, mas sim controlar os instintos que põem obstáculos, que isolam. Aprender a ver, tal como eu o entendo, é já quase o que o modo afilosófico de falar denomina vontade forte: o essencial nisto é, precisamente, opoder não «querer», o poder diferir a decisão. Toda a não-espiritualidade, toda a vulgaridade descansa na incapacidade de opor resistência a um estímulo — tem que se reagir, seguem-se todos os impulsos. Em muitos casos esse ter que é já doença, decadência, sintoma de esgotamento, — quase tudo o que a rudeza afilosófica designa com o nome de «vício» é apenas essa incapacidade fisiológica de não reagir. — Uma aplicação prática do ter-aprendido-a-ver: enquanto discente em ge…

The Clash no Som ao Vivo

Jornal Som à Letra

Franz Ferdinand em modo Sound and Vision

Link da imagem 


Por Irene Leite


Não é um video com o selo de Alex  Kapranos e companhia , mas bem  podia ser... 

Shout out Louds em Notas Soltas

 Link da imagem

Por WTMO Peça original: http://wtmo.fm/2011/08/notas-soltas-1-1-1-2-shout-out-louds-2/
O conceito é simples e inspirado no blog Things We Forget: Pedimos a artistas que escrevam uma “Nota” num Post-it e depois deixamo-la colada algures, para que todos vejam e alguém a possa levar.

Para esta primeira edição, contamos com a presença dos Shout Out Louds. Bem conhecidos do público português, estes suecos fizeram parte do cartaz do festival ST Culterra, em Santo Tirso, onde os fomos encontrar. No fundo, são cinco amigos, um pouco tímidos, mas  extremamente simpáticos e acessíveis, que se juntaram em 2001 para fazer música.

Passando às Notas…  Ficam aqui as duas primeiras: Ted e Carl, baixista e guitarrista, respectivamente. Foram deixadas ao sol, não em Santo Tirso, mas durante a edição de 2011 do Festival Paredes de Coura, que recebeu a banda em 2006.



1.1 – Ted Malmros - 18.08.2011 Deixada numa das pontes sobre o Taboão, em Paredes de Coura, Portugal.

“Lê um livro, Dá…

Terceira Edição-Jornal Som à Letra

Friedrich Nietzsche em Dá que pensar...

 Link da imagem

A Vida não me Desapontou
Não, a vida não me desapontou! Pelo contrário, todos os anos a acho melhor, mais desejável, mais misteriosa... desde o dia em que vejo a mim a grande libertadora, a ideia de que a vida podia ser experiência para aqueles que procuram saber, e não dever, fatalidade, duplicidade!... Quanto ao próprio conhecimento, seja ele para outros aquilo que quiser, um leito de repouso, ou o caminho para um leito de repouso, ou distracção ou vagabundagem, para mim é um mundo de perigos, é um universo de vitórias onde os sentimentos heróicos têm a sua sala de baile. «A vida é um meio de conhecimento»; quando se tem este princípio no coração, pode viver-se não somente corajoso mas feliz, pode-se rir alegremente! E quem, de resto, se ouvirá, portanto, a bem rir e a bem viver se não for primeiramente capaz de vencer e de guerrear?
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência" Fonte:Citador 

Segunda edição - Jornal Som à Letra

Parabéns Som à Letra

2 anos





Muito obrigada a todos por diariamente contribuirem para o crescimento deste media digital. 




Tem  sido uma grande viagem, sempre na vossa boa companhia.
Boa semana, e que venham mais 2, 4, 10 anos, and so on ....sempre a melhorar a cada dia e até ao fim. 
Os vossos feedbacks são sempre fundamentais e queremos contar sempre convosco, pois o leitor é o grande protagonista deste ciberjornal. 
Fortes Abraços.
A equipa do Som À Letra

Zen no Luso Vintage

Zen no Noites Ritual
Foto/Irene Leite 

Corria o Verão de 1996 quando a cidade do Porto foi invadida por um novo ímpeto musical. Desenganaram-se aqueles que se iludiram com o nome da banda. Os ZEN surgiram com uma sonoridade algures entre o “rap-metal”, a fazer lembrar Rage Against the Machine, e o funk, e rapidamente conquistaram a crítica e os fãs.Para recordar, no Inovaluso desta semana.
Por Carmen Gonçalves
Formado por Rui Silva, Miguel Barros, André Hollanda e Jorge Coelho, o colectivo portuense alcançou a fama por ser uma das mais empolgantes bandas em actuações ao vivo. O disco de estreia “The Privilege of Making the Wrong Choice” de 1998, levou-os a tocar por todo o país, inclusive na edição desse ano do Festival de Paredes de Coura. “11 AM” foi o primeiro tema a ser retirado do álbum, mas foi com U.N.L.O (The Urgency of Need Lingers On) que os ZEN cativaram o público. A música construída sobre a sonoridade da guitarra eléctrica e os dotes vocais de Rui Silva, foi talvez o maior d…