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A mostrar mensagens com a etiqueta Dança do Som

Feist na Dança do Som

Ela vem lá da outra terra. Do outro mundo. Mas daquele mais lá para cima. Aquela terra onde a criminalidade não faz parte do pão nosso e onde toda a gente é bilingue quer queira quer não. E com ela trouxe uma guitarra de seis cordas, umas pernas esguias, uma franja longuíssima e uma voz tão doce e extasiante que leva até o mais durão a um sentimento de pura locomoção. Já lançou quatro álbuns, sendo que o último, ainda que não seja feito dessa matéria, traz no nome todo um poderosíssimo magnetismo envolvente. Feist é o seu nome. Por Ana Luísa Silva Aos 35 anos de idade, Leslie Feist pode bem dizer que já viveu bem a vida e que a mesma lhe sorriu constantemente. Começou a sua carreira, nada mais nada menos do que a pertencer a uma banda chamada – admire-se! – Placebo. Garantimos que a mesma nada tinha a ver com a presentemente reconhecida banda de Brian Molko, ainda que isso lhe suscite alguma dúvida. Corria o ano de 1999, quando a menina do Canadá, pegou na guitarra e assumi...

Blood Red Shoes na Dança do Som

Link da imagem  Dão-se pelo nome de Blood Red Shoes. São apenas dois. Novinhos e humildes. Mas bons. Muito bons. Por Ana Luísa Silva Originalmente publicado a 29 de Outubro de 2010  Corria o ano de 2004 quando Laura Mary-Carter (uma morena menineira e super indie) que ansiava ter nascido espanhola e Steven Ansell (um loiraço com ar de menino ingénuo), o eterno sonhador, davam início à banda que já passou pelo nosso país mais do que uma vez. Detentores de uma energia fantástica e de uma presença em palco que inveja muitos veteranos, os Blood Red Shoes não tinham nem noção que teriam toda esta fama e sucesso passados uns anos. Quando tudo começou nem um nem o outro se conheciam tão bem assim para darem início a um projecto que exige confiança e cumplicidade. Mas segundo Laura Mary-Carter “existia uma química no ar que se tornou positiva e permitiu que tudo se unisse e desse certo”. No dia em que a primeira canção foi escr...

Cut Copy na Dança do Som

 Link da imagem Com influência em grupos como os Air, Daft Punk, ou LCD Soundsystem, os Cut Copy têm vindo a surpreender cada vez mais no universo da música electrónica. E a prova disso é o mais recente álbum , Zonoscope. Por Adriano Marques O eletro-pop australiano conhecido por Cut Copy nasceu em 2001 através de um projecto pessoal de Dan Whitford, que  dois anos mais tarde convida Bennett Foddy, Tim Hoey e Mitchell Scott para criarem o grupo. Em 2004 lançaram o seu álbum de estreia, Bright Like Love Neon, que teve grande impacto ao final de um ano em Londres, Nova Iorque e Los Angels, e serviu para o grupo participar em turnê com os Franz Ferdinand, The Presets, Junior Senior, Bloc Party, e Mylo. Dois anos mais tarde, surge o segundo álbum, In Colours Ghost, um trabalho mais maduro, depois de actuarem com os Daft Punk, perante uma multidão de 50 mil pessoas. Graças ao single “Lights and Music” a atenção começou a ser muito maior. Aliás, a mú...

The Raveonettes na Dança do Som

Link da imagem  O frio que se tem feito sentir pelo país advém de uma onda gélida proveniente da Dinamarca que só os mais sabedores conseguem explicar. Ou isso, ou o facto de os Raveonettes continuarem a dar que falar. O Som à Letra não está indiferente, mas a música, garantimos, aquece. Por  Ana Luísa Silva Originalmente publicado a 5 de Novembro de 2010 Actualizado a 8 de Setembro de 2011  São dois. São dinamarqueses e são de sonho. Comummente comparados aos Everly Brothers o duo dos países nórdicos pouco se importa com isso e continua a fazer expandir a sua música, caracterizada por harmonias vocais sobrepostas pelos dois membros da banda. Já passava um ano desde a entrada no novo milénio quando a dupla se encontrou em Copenhaga e começou a gravar “Whip It On”. Dotados de uma inteligência e capacidade de aprendizagem únicas que só os povos do Norte conseguem ter, realizaram todas as tarefas relacionadas com a área de produção. O duo contou ...

Blondie na Dança do Som

Link da imagem  Preparem os glitters, as luzes psicadélicas, o lipgloss, os lamés e deixem-se envolver pelo ambiente glamoroso do Disco Sound . A viagem é garantida pela  voz doce e sensual da poderosa Debbie Harry,  ao som do “must” das pistas de dança: “Heart Of Glass” Por Patrícia Rodrigues Originalmente publicado a  11 de Novembro de 2010 Ninguém esperaria que os Blondie, uma banda americana dos anos 70 , pioneira nos EUA do punk e do new-wave, surgissem em 1978 com este tema. Trata-se de  uma remasterização do original “Once I had a love”, que também ficou literalmente conhecido como “The Disco Song”,  na demo de 1978. Mas não pensem que tal denominação descarada se deve a algum tipo de presunção ou arrogância por parte da banda. O tom é certamente irónico e jocoso,  tal qual a concepção desta versão tão apelativa para as  massas e tão decepcionante para os fãs do grupo.  A canção foi composta por Debbie e Chris Stein , com ...

Gogol Bordello na Dança do Som

Link da imagem “American Wedding” ou como uma fanfarra faz uma grande farra, dando mote ao lema “think locally, fuck globally”.Gogol Bordello é sinónimo de festa rija, bebida a rodos e alguma loucura à mistura.  Por Susana Terra Originalmente publicado a 19 de Novembro de 2010 Consta que os elementos fundadores do grupo se conheceram em 1998, num casamento russo, nos EUA… poderíamos dizer que este contexto muito diz sobre o rumo que tal encontro teve. Das mais variadas pertenças étnicas (Ucrânia, Israel, Roménia, Escócia, Etiópia, Tailândia, Rússia, China, Equador, etc.) os Gogol Bordello trazem-nos uma profusão de sonoridades directamente proporcional ao mellting pot dos seus membros. O nome da banda não foi escolhido ao acaso. Eugene Hütz, vocalista, guitarrista (enquanto não destrói o instrumento nos múltiplos arremessos praticados em palco), incansável animador da farra e activista pelos direitos da comunidade romani, inspira-se num conhecido escritor da sua terra ...

The Legendary Tigerman na Dança do Som

Link da imagem  Há músicas que passam por gerações e gerações. Outras caem no esquecimento. E ainda há aquelas que por terem tanto sucesso são reaproveitadas por inúmeros cantores. E a qual me refiro? “These Boots are made for Walking”. Essa mesmo. Nasceu com Nancy Sinatra, manteve-se com Jessica Simpson e tornou-se uma mulherzinha com o one man band português. O senhor do blues. O líder da guitarra, bateria e Kazoo. Legendary Tigerman. Por Ana Luísa Silva Originalmente publicado a 25 de Novembro de 2010  Explorando as margens dos blues electrificados, com uma atitude de tipo durão e com a guitarra a transbordar de soul, Paulo Furtado anda a quebrar corações de miúdos e graúdos desde 2002. “Femina”, o novo álbum do “legendário”, assombrado alter-ego de Paulo Furtado, traz-nos esta e muitas outras músicas acompanhadas pelas mais variadas artistas femininas de todo o panorama musical internacional. Não fosse ele um Don Juan, este álbum não documentaria os inúmeros encont...

Florence and The Machine na Dança do Som

Link da imagem Ao falarmos de Florence and the Machine, é quase impossível dissociá-la do tema “You got the love”, que teve um estrondoso sucesso no ano passado. A mistura do folk, do indie e do rock numa vertente mais dançável, levou Florence Welch e a sua banda a alcançarem o estrelato da noite para o dia, hoje na Dança do Som. Por Carmen Gonçalves O álbum de estreia “Lungs” foi editado em Julho de 2009 e teve entrada directa para o segundo lugar de top de vendas no Reino Unido, tendo ocupado durante várias semanas o primeiro lugar. Este feito, juntamente com o facto de ter permanecido durante 65 semanas consecutivas no top 40, fez com que se tivesse tornado num dos discos mais vendidos entre  Mais do que um sucesso de Verão que rodou o ano passado vezes sem conta em diversas rádios, Florence and the Machine provou que “Lungs” é um trabalho coeso, tendo arrecadado a aprovação da crítica e os aplausos dos fãs. Outras bandas reconheceram-na como uma artista de destaque, ...

MGMT na Dança do Som

 Link da imagem Cabelos desgrenhados,  mal cortados, nada penteados. Olhares inocentes que no fundo nos tentam transmitir uma mensagem de maturidade única. Melodias enfeitiçadas e videoclips cheios de saltinhos. Simplicidade na forma de vestir e cor. Muita cor. Já sabe de quem falo? Não? Fique por aí então. Por  Ana Luísa Silva  Originalmente publicado a 17 de Dezembro de 2010 Nasceram em 2002 e puseram o Mundo inteiro a seus pés. Cozinham uma variedade de estilos musicais únicos que só os mais corajosos se atrevem. Se pensarmos numa mistura entre proto-electro punk, pop-friendly, rock psicadélico e muitos unicórnios temos o cocktail único que se dá pelo nome de MGMT. Surgiram em Brooklyn, Nova Iorque, pela mão de Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden , estudantes de artes na Universidade de Middletown. Começaram a  carreira pelo nome de  “Management” e da forma mais humilde possível. Sintetizadores, vozes pré gravadas e uma atitude algu...

Death From above 1979 na Dança do Som

Link da imagem Na Dança do Som desta semana trazemos Death From Above 1979, que vão marcar presença na edição deste ano do Festival Paredes de Coura. Os organizadores contam com o som electrizante dos canadianos mais uma vez, depois da presença no festival minhoto em 2005, um ano antes da separação do grupo. Por Júlia Rocha  No início deste ano os Death From Above anunciaram o seu regresso aos palcos. Desde 2006 que a dupla estava separada. Agora regressam novamente, apesar de ainda estarem ocupados com os seus projectos a solo. Os Death From Above 1979 são formados por Jesse F. Keeler e Sebastien Grainger, que se conheceram num concerto dos Sonic Youth. Contudo, geralmente, a dupla conta outras alternativas a esta história: que se conheceram num navio de piratas ou numa casa funerária. O nome Death From Above 1979 surgiu depois de verem o filme Apocalypse Now, em que aparece um helicóptero com o mesmo nome. O 1979 foi acrescentado para não haver confusões c...

Northern Labour Party na Dança do Som

Link da imagem  São californianos e na bagagem trazem dois discos editados. Os seus temas soam a uma “dark pop” influenciada por bandas como Joy Division, New Order ou Magazine. O pós punk e o new wave são tendências incontornáveis no som que apresentam. confira .  Por Carmen Gonçalves     Formados há  pouco mais de três anos, os quatro músicos reuniram-se com a intenção de revisitar o passado e trazer até esta geração a sonoridade do início da década de 80. Os temas são dançáveis e conferem ao lado mais negro das letras uma ligeireza que traz à memória Gary Newman ou Peter Murphy.    Os arranjos mais contemporâneos assentam, sobretudo, no baixo e na utilização de sintetizadores, e conduzem para atmosferas mais góticas e urbanas, sendo quase impossível não comparar esta banda com os Interpol, Editors ou She Wants Revenge.   A sua discografia é constituída por dois EP’s. O homónimo “Northern Labour Party” foi editado em 2009 pela pró...

Rock and Roll High School na Dança do Som

Link da imagem Para muitos um filme de culto, não pela sua genialidade cinematográfica, mas pelo diletantismo com que apresenta o conflito de gerações, a rebeldia natural da adolescência e a decadência dos valores do passado. Por Patricia Rodrigues Só um olhar desatento poderá encontrar alguma semelhança entre “Rock‘n’Roll High School” e “Camp Rock High School” ou “American Pie” apesar deste formato, pelo sucesso que teve, ter sido copiado e adulterado ao longo dos tempos. A sua leveza e jovialidade não são impedimentos para o filme apresentar um olhar crítico e pertinente sobre a sociedade Americana do final dos anos ‘70.  Servindo-se de figuras estereotipadas, quase caricaturadas, para ilustrar o colapso entre duas culturas e a música como uma expressão privilegiada das mesmas, o filme consegue delinear uma dicotomia entre o passado obsoleto e o futuro emergente, entre a disciplina e a rebeldia. Basta pensarmos em personagens como a directora com ar Hitleriano, os escute...

Two Door Cinema Club na Dança do Som

Link da imagem Os irlandes Two Door Cinema Club vão fazer uma visita a Portugal já a 26 de Maio,  na inaguração do palco TMN ao Vivo e depois em Paredes de Coura . A banda actua a 20 de Agosto,  como os Metromony. Está o mote lançado para uma viagem ao percurso do grupo, que lançou o primeiro álbum há pouco mais de um ano. Por Júlia Rocha Naturais de Bangor, Irlanda do Norte, os Two Door Cinema Club são formados por Alex Trimble, Sam Halliday e Kevin Baird. Os dois primeiros conheceram-se na escola. A relação com Halliday começou quando este tentava “engatar” amigas de Alex e Kevin.  O grupo começou por ser de quatro elementos, até à saída do baterista Patrick Thompson. O nome dos Two Door Ciema Club vem do Tudor Cinema, o nome da sala de cinema local, que Sam Halliday pronunciou da forma que hoje usamos para referir o nome da banda. No activo desde 2007, os músicos lucraram parte do seu sucesso através da página no MySpace e blogs em...

Metronomy na Dança do Som

 Link da imagem Se ainda não tinha planos para o seu querido mês de agosto, o Som À Letra vai ajudá-lo a decidir. Foi confirmada mais uma banda para o  Festival Paredes de Coura que este ano se realiza de 17 a 20 de agosto. Lá no meio, a 19, actuam os Metronomy. Não os conhece? Ainda, pensa bem.    Por Ana Luísa Silva Um metrónomo é um instrumento que marca o andamento de uma peça musical. A cada vez que os Metronomy lançam um álbum, dá-se uma mudança na terra de som e ritmo. No entanto, o pulso nunca desaparece, apenas dá vida a uma música nova. Quem ainda espera por mais melancolia digital e electrónica depois do álbum de estreia "Nights Out" em 2008, terá um choque, mas dos bons. O terceiro e novo álbum da banda "The English Rivera" leva-o ao extremo da música electro pop e foi lançado em Abril deste ano. "She wants" entra bem no ouvido e abre apetites. Joseph Mount deu incício aos Metronomy quando ainda vivia em Devon e tocava bateria em v...

TV on The Radio na Dança do Som

  Link da imagem Se lhe falar em Tv On the Radio, aposto que começa logo a sentir uma energia sinceramente electrizante e duradoura. À mistura sente as batidas do rock e os riffs de guitarra. Já entrou na onda? Então relaxe porque vou contar-lhe uma história. E os Tv On the Radio fazem parte dela.   Por Ana Luísa Silva  Se a sua  onda passa por  misturas post-punk, com sons electrónicos e outros elementos atmosféricos com uma boa "rockalhada" à mistura então acredite que os Tv On the Radio são o ideal para si. O vocalista Tunde Adebimpe e o multi instrumentalista e produtor David Andrew Sitek nasceram um para o outro. Ambos visionários e músicos, os Tv On the Radio só fazem sentido com eles incluídos. Mas se acha que os dois têm background académico em música enganou-se redondamente. Estão ligados à arte sim, mas à sétima arte. Adebimpe estudou animação stop-motion em Nova Iorque tendo participado, juntamente com Sitek, na produção do vídeo “Pin”...

Klaxons na Dança do Som

Link da imagem Londres é a casa deles. Nasceram, cresceram e formaram-se lá. É das cidades que mais serve como base de preparação às maiores bandas que viveram nos 70’s, 80’s, 90’s, e agora nos 00’s. E foi em 2005 que os Klaxons nasceram. Hoje na Dança do Som. Por Ana Luísa Silva  Originalmente publicado a 10 de Dezembro de 2010  A combinação de talentos de Jamie Reynolds, James Righton e Simon Taylor fazem desta, uma das bandas da nova indie internacional, mais populares. E isso talvez se deva ao facto destes três rapazolas saberem fazer o cocktail perfeito entre o que é a música alternativa e a “dance music” dos anos 80. Presentearam-nos com o seu primeiro álbum em 2007. “Myths of the Near Future” não é só o registo de estreia como o álbum por excelência. Cheio de electrificantes músicas e letras nada seria o que é, sem a poderosa voz de Taylor. “Golden Skans” e “Gravity’s Rainbow” andaram a rolar em todos os bares e rádios durante muito tempo. Tempo sufici...

Grizzly Bear na Dança do Som

Link da imagem  Seis anos de trabalho para os Grizzly Bear e “Two weeks” para os aplausos do grande público. Eles vieram para ficar, garante o mais recente trabalho do grupo, “Vechatimest”…. e nós também. Aprovado! Por Ana Luísa Silva Originalmente publicado a 3 de Dezembro de 2010 São conhecidos como a nova “cena” Indie de Nova Iorque. Contam com seis anos no “BI” e dois álbuns na bagagem. Todos os elementos têm bases musicais e se no início a banda se iria resumir a um elemento, o destino deu a volta e juntaram-se mais três. Assim nasceram os Grizzly Bear. A chegada desta banda à consciência musical da pop foi como que uma surpresa, pois ocorreu não entre álbuns (como seria de esperar) mas sim entre LPs e aberturas de espectáculos a bandas como TV On The Radio (em 2006), Feist (em 2007) e Radiohead (2008). Foi nesse mesmo ano, o de 2008 que tocaram com Paul Simon e foram presença em talk-shows americanos como Letterman, Conan e Craig Ferguson. Tal como “Yell...

The Big Pink na Dança do Som

  Link da imagem Rosa é tudo menos uma cor que agrade a toda a gente. Ou porque é muito forte ou muito clara. Ora é de “menina pequenina”  ora de “menina com a mania que é  pop star”. Mas e se esse cor-de-rosa for q.b., for inglês de gema, tiver um “Big” por trás e for liderado por rapazes? Já se rende? Então abra alas para os “The Big Pink”.   Por Ana Luísa Silva  O duo inglês  Robbie Furze e Milo Cordell juntaram-se como banda com o intuito de ganhar prestígio. E que o garanta o ano de 2009, quando os The Big Pink ganharam o prestigiado Philip Hall Radar Award dos NME para melhor banda. Furze e Cordell começaram a fazer música sob o nome de The Big Pink no ano de 2007, adoptando este peculiar nome da banda “The Band” (The Band foi uma banda canadiana que esteve no activo de 1967 a 1976 e de 1983 a 1999 ). Furze, em tempos, foi guitarrista de Alec Empire, tinha uma loja de discos chamada “Hate Channel” com o seu companhei...